ATOLADOS
Julho 3, 2008

O sol era escaldante, o condomínio praticamente deserto, ainda em construção, era uma verdadeira confusão, poeira para todos os lados, ruas iguais, algumas casas em construção e eles perdidos, sem rumo. De repente caem num areial e o carro atola. Tentativas e mais tentativas de tirá-lo dali e… nada.
Mara vestia um biquini e uma saída de praia curtinha, estava agachada, bumbum prá cima tentando por algo embaixo do pneu, de repente uma sensação quente e firme chega-lhe por trás, de canto de olho ela percebe Léo com a cara mais safada do mundo, já puxando-a para um local mais apropriado. Colocou-a de quatro apoiando-se sobre o capô do carro e começou a morder seus ombros. Mara empina o bumbum e olhando-o de soslaio, rebola mansamente como se dissesse “vem, me come… aqui, agora“. Aquilo atiçou mais ainda a fome que já consumia Léo.
Totalmente duro, pau pulsando sob a sunga, alisa a bunda de Mara para em seguida dar-lhe dois tapinhas sapecados. Aproxima-se, roçando em sua bunda, amassando seus seios com fúria e mordendo seus ombros. Ela geme, se contorce empinando mais ainda aquele bumbum delicioso.
- sua vadia - ele fala, enquanto puxa o biquíni pro lado, roçando a cabeça do pau no reguinho macio das suas nádegas.
Começam assim, um amasso por trás, tão quente quanto o capô do carro debaixo daquele sol. Pouco depois vira-se para ele, deitada sobre o capô, pernas abertas, sorriso safado, dedos abrindo a xaninha. Aquela visão deixa Léo salivando, o jeito foi cair de boca naquela xota ensopada. Quando não aguenta mais de tesão, cai sobre ela, sedento, descontrolado e louco de tara… Um calor intenso, corpos ardendo sobre o outro e sobre o carro, encaixados, suados, arfantes, e misturado a tudo isto a excitante sensação do perigo de serem descobertos ali em plena rua.
VÉU DE NOIVA - um post à moda antiga
Junho 30, 2008

véu e pele
trama quente
angelical
revela caminhos
esconde segredos
insinua
provoca
quer dar
mas só se casar
(imagem: C. Bastos)
QUASE MORTO
Junho 28, 2008

A tarde tinha sido prazerosa, fuga da rotina, enquanto todos trabalhavam, escaparam algumas horas prum motelzinho urbano, tesão urgente que não podia ser adiado. Tempo quente, intenso, insano, farto das mais doces safadezas.
Depois de tudo, ainda exaustos, conversam preparando-se para voltar, quando ela resolve brincar passando a mão, ali, sobre a calça. Ele, fatigado e receoso, diz.
- está totalmente murcho, pequenininho… você não vai encontrar nada aí.
- nossa, onde ele se meteu, sumiu?! - ela diz, rindo, enfiando a mão dentro da calça e apertando de leve.
- pare Carol, já tomamos banho e temos de ir, estamos atrasados.
- vou fazer nada não … - ela diz já apertando um volume que parece querer aumentar, olhando-o com expressão safada.
- já está morto, não adianta, desista.
- ah amor, deixa… só quero comprovar a teoria espírita de vida pós morte - diz manhosa, abrindo o zíper e alisando, já quase comprovando a teoria.
Caem juntos na gargalhada e ele diz:
- sua tarada, você não tem jeito! - arriando a calça, já de pau duro.
Carol começa a chupá-lo, deslizando os lábios pela cabecinha, ele fecha os olhos suspirando.
O RECHEIO (da cueca) do PD
Junho 27, 2008
Da série: bobagens em geral (rs)

Ontem visitando a LSD quase passei mal com uma sequência de paus duros - uma maldade das mais perversas com alguém que se encontrava sozinha em casa àquela altura da madrugada.
Pois bem, ela fez tudo isto prá poder lançar mais um Movimento - o Movimento do PD (não é abreviação de pau duro não gente!). Movimento em prol da libertação do pa…, oops, digo da cueca boxer (com recheio dentro) do PD (clica aí no link se você não sabe o que é PD, ok?).
Eu apóio, nós apoiamos, todos apóiam! Apóie você também! (depois desta campanha, fiquei curiosa achando que outros blogueiros deveriam aderir… entenderam meninos!?)
Mostra logo PD!!!
DIA DO SEXO
Junho 25, 2008

Tá rolando na rede uma Campanha para criar o Dia do Sexo, baseada no simples fato de que sem sexo não existiria nada, nem mesmo aquelas outras trocentas datas comemorativas (mãe, pai, namorado, criança, blá, blá, blá…). Obviamente, com certeza, nem a estória do pecado original, nem eu, nem você, nem a torcida do Flamengo! Ninguém estaria por aqui acessando a net, nem lendo este blog que só existe por causa do sexo.
Pensando bem, não sou muito adepta de dia prá isso, dia prá aquilo, mas vou apoiar a campanha por uma postura sexual mais responsável e segura. Um dia prá se falar abertamente about, suprimir tabus, propagar o sexo seguro e prá ter mais uma desculpa prá fazer sexo (como se fosse preciso, rs)!
O vídeo da Campanha é curtinho e hiper bem bolado, assista…
… e depois visite o site prá assinar o Manifesto a favor da criação do dia mais importante do ano:
Dia do Sexo - 6 de setembro - porque trepar faz bem prá pele, rs… mas use camisinha!!
PRESENTE
Junho 15, 2008
RE-EDIÇÃO

O chão do quarto está repleto de velas e no ar um delicioso cheiro de sândalo, quando Edu abre a porta do apartamento percebe algo diferente, um clima aconchegante, intimista. Tudo na penumbra, Billie Holliday quase sussurrando My Man num canto da sala. No chão, desde a porta, uma trilha de pétalas vermelhas o conduz até o quarto. Sobre a cama uma toalha, um balde de gelo e vinho, mais nada. Edu entende a mensagem, vai ao banheiro e se prepara. Volta ao quarto e deita-se sobre a cama, serve-se do vinho enquanto aguarda Selma. A porta abre-se e ela chega sorrateiramente, o corpo amarrado por algumas fitas vermelhas, como um presente, entre as pernas subindo pela virilha, faixas de tule formam uma calcinha completamente perfurada e transparente, trazendo um laço bem a frente como se dissesse “me abre, me come…”.
Edu levanta, vem em sua direção, quer agarrá-la, aquela visão absolutamente tentadora o deixa descontrolado. Selma beija levemente seus lábios levando-o de volta, enquanto se coloca diante dele, deslizando seu corpo pelo chão, erguendo e deslizando os dedos por ele, soltando alguns laços, abrindo por partes aquele presente. Seu quadril ondula num ritmo sensual, suas mãos deslizam pelos seios e descem até a virilha entrando safadamente pela calcinha, onde seus dedos começam a brincar, ela geme baixinho e se contorce, senta-se diante dele, abre as pernas e masturba-se febrilmente, torturando-o pouco a pouco, lambendo os dedos, olhando para ele e terminando de arrancar os laços que ainda faltam.
Edu entende, é o sinal, salta sobre ela, derrama o vinho sobre seu corpo, vai sugando sua pele, seus seios, descendo a língua afoita pela barriga. Chega àquele montinho macio e cheiroso, resolve inundá-lo também, vai sorvendo o vinho e entrando entre os lábios, mamando suavemente aquele grelinho molhado e inchado de tesão. Selma se abre mais e mais, segura sua cabeça como se comandando seus movimentos, faz com que ele a olhe e chupe, chupe e olhe… Um convite.
Embalados pelo ritmo louco do desejo, deslizam para o chão, corpos suados, famintos um do outro, bocas coladas, sexos encaixados, ardendo. Gemidos, sussurros… a linguagem do encontro, um código que não precisa de palavras.
(imagem: C. Bastos)






