O sexo, suas variações e tendências, direto de seu estojo de canetas!
Mais um big livro lançado pela irreverente editora Taschen, o Big Book of Legs ou o Grande Livros das Pernas. O livro é o terceiro de uma série completamente fetichista (o primeiro do seios e o segundo super safado do big penis) que não vai parar tão cedo, pois segundo sua editora, o quarto será o Grande Livro da Bunda. Aguardem, este promete, um big livro para grandes traseiros!



Mas voltando ao livro da vez, o Big Book of Legs é um convite à luxúria, recheado de centenas de fotos de modelos conhecidas e anônimas, em poses provocantes e libidinosas, transbordando sensualidade, revivendo momentos históricos e evocando todo o fetiche que envolve as pernas femininas.
Segundo a autora, os homens com franco fetiche por pernas e pés femininos são mais sofisticados que os tarados por peitos, que teriam uma fixação maternal, enquanto os adoradores de bunda seriam totalmente influenciados pela cultura latina e africana.
Para discorrer sobre o assunto, o livro passeia pela história relacionando as pernas e seu poder de sedução a diversos momentos da cultura mundial, desde o final do sec. XIX, seus cabarés e o fetiche por tornozelos, as meias de seda nos anos 20 e as de nylon nos 40, o poderoso salto agulha nos anos 50, passando pelas deliciosas pin-ups nos 60 até chegarem à minissaia que escancarou de vez o fetiche deixando os marmanjos literalmente babando nas coxas (risos).
São umas 400 fotos para o deleite de todos os gostos. Pernas sempre bem torneadas, branquinhas, morenas, com meias de seda, cinta liga, meia arrastão, descalças, de salto agulha, desnudas… até as pernas de 1 milhão de dólares.




Enquanto a inspiração para mais um conto erótico não chega, deixo umas dicas safadinhas.
A primeira é este vídeo, uma animação erótica da “La Linea” mostrando o mundo animal cheio de amor prá dar. Já o cara, o sr. Linha, é de poucos amigos, mas no final, apesar de todo mau humor, encontra a gostosona e… Ah, vê aí que é melhor (risos).
Esta outra dica é para quando você pensar numa reforma no seu banheiro, deixá-lo mais inspirador para aquelas sessões de banho a dois. São peças exclusivas da Azulejaria, seu banheiro mais sexy e com estilo. Lindas, não?! Gostei muito da P-Cláudia e da M-Bundinha, e vocês?




[ fonte: BEM LEGAUS ]

Taí uma epidemia que eu gostaria que se alastrasse, a do SEXO SEGURO.
Sexo é sempre bom, menos quando desrespeita a vida. O que seriam das relações, mesmo as mais fortuitas, sem o respeito? Usar camisinha é uma atitude de respeito, no seu sentido mais pleno, por si mesmo e pelo outro.
Outro dia conversando com uma adolescente, perguntei se alguma vez tinha transado sem camisinha com algum namorado. Ela me olhou perplexa e disse: “Jamais! O cara que quiser transar, sem usar camisinha, não merece me ter, agindo assim vai demonstrar que não tem nenhum cuidado comigo. Não me interessa um homem assim.” Fiquei super entusiasmada e comecei a pensar no quanto esta geração (adolescentes e pós-adolescentes) adquiriu esta consciência, fruto do efeito massivo de campanhas da era AIDS (numa análise em paralelo com outras gerações).
Infelizmente, muitas pessoas, das mais diversas faixas etárias, ainda não desfrutam desta consciência, seja por ignorância ou por inconsequência. Quantas mulheres infectadas pelos próprios maridos, bebês que já nascem contaminados, exemplos escancarados da falta de respeito dentro das próprias relações.
Então… Esse papo todo é para fazer côro ao post do Sexo e Cultura, que nos convida a dizer YES ao Sexo Seguro e apoiar a campanha internacional da MTV e da The Boby Shop.
Vamos lá? Apoie daí da sua cama ou no banheiro, no motel, no carro, no elevador… aonde for, sempre usando camisinha. E prossiga, visitando e divulgando estes links (pena não ter opção em língua portuguesa para uma maior abrangência):
- Site Oficial: YES TO SAFE SEX
- Twitter
- MySpace
- Flickr
- Facebook

Tom achava que tudo voltara ao normal, que as noites de sexta-feira seriam novamente a tradução deles. Ah, ela também queria, desejava tanto que até doía e pressentia, ou pior, tinha certeza que era mais um adiamento do fim tão anunciado.
Mais uma noite, eles juntos, mais sexo, mais tesão, mais dos dois, mais uma amostra da louca tara que pode fluir entre duas pessoas. Irresistíveis é como sentiam-se diante do outro. Incontrolável o desejo que lhes assaltava.
O carro é tão pequeno, o tesão enorme. O tórax de Tom, seus pêlos arranhavam de leve as costas dela, seu peso, o banco tão pequeno, mas que cabe direitinho aquele abraço lascivo. Seu joelho dói castigado, Bia não se importa, a invasão firme e urgente lhe rouba os sentidos, mãos afoitas, línguas enroscadas, gemidos, chupadas, beijos ávidos, pélvis incendiadas… São apenas trinta minutos, mas parecem uma eternidade. A mão pesada de Tom desce invasiva pelas nádegas, escorregando entre os lábios inchados. Sua vulva lateja, a pele arrepia, enquanto os dedos passeiam delicadamente, deslizando num vai e vem macio, melado e enlouquecedor. Vai mordendo seus ombros, murmurando safadezas ao seu ouvido. Tudo gira, ferve e molha.
Temperatura acima dos 40º, seus corpos assim misturados derretiam contra o outro, dissipavam calor. Mas quem pensa em ar condicionado? Neles só saudade e tesão.
Imaginaram que a saudade acabaria assim, mas só cresceu, agigantou-se a cada toque, insinuada sempre e mais. Mais intensa, interminável, dolorosa… Assim de um jeito que parece caótico e marginal para quem não entende o que é viver no pecado.
( foto: colhida DAQUI )
A inspiração deste post veio através de um comentário no post anterior, e também para dar continuidade ao assunto sexo oral, agora sob o ponto de vista da galera feminina. Deixando claro, logo de cara, que expressarei aqui, opiniões puramente pessoais.
Gustavo, o autor do comentário, aparentemente não gostou muito desta matéria (leiam as 5 seções), onde mulheres falam abertamente de suas experiências com sexo oral, classificando-o como bastante desagradável.
Bem, como diria Jack, vamos por partes.
Em primeiro lugar, acredito que não deve ser toda mulher que delira com um sexo oral, mesmo que bem feito. Deve existir mulher que não curte mesmo, afinal gosto é como cu, cada um tem o seu (mesmo que pareça estranho). Mas ao que parece, a matéria em questão foca justamente na turma que não gosta por ter passado por experiências ruins.
Então que tal falar das mancadas masculinas mais frequentes na hora da chupada? Vou tentar… e quem sabe, dar umas dicas também.

Sim, tem muita mulher que não deu sorte na estréia, encontrando uma língua dura, afoita e nervosinha pela frente, e seguiu vida afora na mesma falta de sorte. Não sei bem o que alguns homens sacam de sexo oral, mas língua não é para funcionar como pau, ao contrário, quanto mais molinha e maleável melhor; nem para ficar dando estocadas no pobre do grelinho (o tal do clítoris, que alguns homens também nem sabem onde fica), muito menos repetir movimentos tremelicando a língua dura e nervosa sempre na mesma posição. Então lembrem-se: lingua dura e nervosa, never!
Podem apostar que nesta hora vale a regra “less is more“. Usem a língua com calma, sutileza e suavidade. Sejam econômicos, pois o tiro pode sair pela culatra e causar o efeito “xylocaína” ou seja, o grelinho é sensível demais mesmo, muita estimulação cria uma espécie de analgesia, coisa muito desagradável que leva a mulherada a ficar se perguntando: “quando essa tortura vai terminar?“. Outra coisa terrível é morder com força o grelinho. Pelamordedeus não! Corta o tesão totalmente; é como se de repente, em plena descarga elétrica, desligassem o plug da tomada.
Como bem disse uma das leitoras lá na matéria: “Não é só chegar e começar o lambe-lambe. Se existisse um curso para ensinar a hora certa, o ritmo certo, a pressão certa… muitas de nós não sentiríamos incômodo no lugar de prazer.“ Pois é… este é o retrato de uma mulher mal chupada.
Modéstia à parte, faço parte da turma sortuda, mas já cruzei com umas línguas-pau (que atire a primeira pedra quem não foi vítima delas – risos) e sei bem do que estas mulheres se queixam.
Se alguém ainda não sabe, o clítoris, astro desta estória, é um botão mágico capaz de disparar as sensações mais enlouquecedoras (não sabe onde fica? clica aqui), tem cerca de oito mil terminações nervosas, muito mais do que qualquer outra zona erógena da mulher, por isto sua estimulação correta é passagem certa para o nirvana. Um sexo oral bem feito é meio caminho andado para um orgasmo eletrizante.
Freud (que Deus o tenha) pregava a distinção entre os orgasmos (clitoriano e vaginal). Já a Urban, humildemente, acha que o orgasmo de verdade é aquele que envolve clítoris e vagina, e para que isto aconteça, uma das opções é uma boa chupada. Aquela mistura de chupada perfeita seguida de penetração é simplesmente s e n s a c i o n a l!!
Para quem quer se dar bem nessa hora, um dos segredos é não ir com muita sede ao pote, caindo logo de boca na maior afobação, com o único objetivo de provocar um orgasmo. Esqueça objetivos, você não está cumprindo um programa de metas. Ansiedade é uma merda, atrapalha pacas, e destrói toda a tranquilidade que deve rolar nesse momento.
Fazer um joguinho é bom, tipo deixar a parceira louca de vontade de ser chupada. Uma prévia no interior das coxas, com lambidas e mordidas de leve, subindo, subindo, é de enlouquecer, pode crer. Fazer que vai lá e não vai… um pouquinho de tortura (no bom sentido) é delicioso e aumenta a fome e o tesão. Pode também escorregar levemente os dedos pela xota, inicialmente molhados de saliva e brincar (alisando de levinho) com tudo que tem por ali, as protuberâncias e os buraquinhos. Roçar de leve com os pelinhos da barba por fazer… huummm. Aplicar umas pinceladinhas com a cabeça do pau antes de começar também é de endoidar.
O clítoris gosta de sutileza, movimentos suaves e aveludados, pouquissima fricção e repetição, adora sensações escorregadias, derrapagens suavemente molhadas, sem pressa. Não estique, não morda, nem chupe com força. Deguste. Chupe com volúpia. Conecte-se com sua parceira, as reações dela serão o termômetro do seu sucesso. Tipo assim: se ela rebolar bem gostoso na sua boca, começar a gemer e segurar sua cabeça suavemente pedindo mais é um ótimo sinal (você é dos bons!!), mas se fica parecendo uma estátua, paradona e muda: bola fora, parta para outras estimulações e deixe o sexo oral para outra ocasião. Aquele ditado, errar é humano, persistir é burrice, serve bem nessa hora. Não queime seu filme!

Cortinas entreabertas, bagunça na cama, pernas entrelaçadas, sua mão pesada descendo pelo baixo ventre me arrepia.
Sua boca num caminho inverso, sobe entre os seios, pausa sobre os mamilos que instantâneos tornam-se durinhos e salientes. Minha boca ri e geme, o peito arfa enquanto a sua, ávida, segue pelo pescoço, alvo de mordidas que me arrepiam a nuca.
Os pelos curtos da sua barba arranham meu queixo. Festa pelo meu corpo. Sua boca amassa a minha e aquela mão que ia descendo, chega lá onde tudo já inundou, verdadeiro alagamento que briga com o incêndio de suas mãos. Eu navego nas nossas águas, seu mastro é duro feito aço, impetuoso e apressado.
As línguas provam sabores matutinos, as mãos eriçam pelos e peles, que suadas, brilham e exalam um aroma de tesão.
Você abre caminho no calor estreito da minha vulva, desliza num ritmo apressado e sensual, murmura ousadias no meu ouvido.
Amassa… Aperta… Morde… Afaga… Maltrata…
O caminho do gôzo é tortuoso e torturante.
Ouço seu berro juntinho ao meu ouvido enquanto te aperto entre meus lábios, gulosos, grandes. Começou o dia!
( imagem: www.forthebooks.tumblr.com )
A B. do AVS fez um pedido irrecusável, por isto o tom de depoimento deste post.

Ter um orgasmo. É nisto que você pensa quando vai para a cama? Se for, acho que existe uma grande possibilidade de frustração, pois a ansiedade com certeza vai atrapalhar e tornar, uma das coisas mais gostosas do mundo, um tormento.
Minha primeira vez foi sem orgasmo. Andava curiosa sobre como seria uma trepada, principalmente a penetração, já que os namoricos eram recheados de amassos e bolinações. O namoradinho era um rapaz franzino, apressadinho e pouco experiente, tinha o pau pequenino e tudo isso levou a uma transa meio insossa, no meu ponto de vista atual, mas sem dores e sem orgasmo (risos). Curiosidade saciada e ansiedade a postos. Também comecei a desejar ardentemente um orgasmo, mas ele demorou a vir, principalmente pela absurda expectativa com que eu tratava do assunto.
Sempre gostei de me masturbar e adorava explorar meu corpo. Lembro que a primeira vez que gozei na vida nem sabia do que se tratava, tinha uns 12 anos, morava no interior e ainda era completamente criança. Estava literalmente trepada sobre o muro lá de casa, como se montada num cavalo e chupava uma laranja, quando de repente comecei a sentir um prazer enorme com aquilo tudo. O ato de chupar a fruta junto com a pressão que o muro fazia contra a púbis me fizeram sentir uma dor forte misturada com umas pulsações que quase me fizeram cair do muro. Achei aquilo uma maravilha, mas nem imaginava o que seria. Mesmo na ignorância, resolvi repetir outras vezes e descobri depois de algumas tentativas, que pressionando uma coxa na outra sentia a mesma dorzinha gostosa (risos) e daí não parei mais. Então quando transei a primeira vez, muito tempo depois já sabia como ter um orgasmo e nem por isto fui bem sucedida.
Entretanto, hoje pensando sobre o assunto, acho que nas minhas primeiras vezes faltou entrosamento, intimidade, descontração e coragem. Pois um dos fatores imprescindíveis para chegar lá é relaxar, não ter vergonha de ser safada e dizer para o namoradon tudo (tudo mesmo) que a gente gosta sem falsos pudores. No meu caso vergonha e ansiedade atrapalharam durante muito tempo. Enquanto na cama com o namorado eu não conseguia gozar nunquinha, sozinha, ao contrário, sempre tinha orgasmos deliciosos.
Enfim, relaxar é fundamental, e repito que é preciso desencanar do objetivo de ter um a qualquer custo. Foi assim que me aconteceu o primeiro e com certeza não foi com aquele cara apressadinho que me tirou a virgindade. Aconteceu depois de muito tempo, com um cara por quem eu sentia um tesão dos diabos, tinha muita intimidade e principalmente porque não tinha mais nenhum pudor de pedir e fazer tudo que queria.
Estava sentada sobre ele, absurdamente excitada, parecia uma cavalgada, só que nos abraçávamos com força e nos beijávamos, quando de repente veio aquele gôzo fortíssimo, delicioso. Me senti derretendo, foi um dos momentos mais sensacionais da minha vida, e posso garantir que naquele instante não estava pensando se ia conseguir gozar ou não, estava apenas entregue ao que acontecia, saboreando cada sensação.
Outro segredo é se entregar ao ato e ao momento. Umas preliminares bem calientes e prolongadas, curtir toques e carícias, o durante, e tirar da cabeça que existe algum objetivo naquilo tudo. Na verdade o nosso objetivo é o prazer e ele pode acontecer de diversas formas, então peça e faça tudo que tiver vontade. No meu caso por exemplo, gosto demais de sexo oral (vulgo boquete), quando me entrego ao ato esqueço o resto, é um prazer tão grande que posso ficar sem orgasmo. Verdade! Mas geralmente ocorre o contrário, pois depois do boquete o tesão de ambos aumenta e o orgasmo é uma mera consequência. Mas, mesmo assim, algumas vezes gozei apenas fazendo um e isso me faz pensar que essa minha tara por boquete deve ter alguma ligação com o primeiro orgasmo da minha vida lá em cima do muro chupando uma fruta (risos).
Um dos meus filmes prediletos, esta estória picante e perversa, recheada de paixão, sexo, amor, ódio, tesão, vício, desejo, obsessão, desprezo… Tudo assim misturado como aconteceria com qualquer casal que se permitisse penetrar nas fronteiras proibidas da paixão e abusasse delas.
Como o próprio nome diz, encontre o lado amargo do amor, mas antes experimente intensamente a doçura patológica da paixão e o calor abrasante do sexo.
Mimi (Emmanuelle Seigner) e Oscar (Peter Coyote) vivem neste filme uma experiência complexa, intensa, contraditória e crua. Um filme sensual, denso, marcante e imperdível.
Experimente um pouco…
Título Original: Bitter Moon (1992) | Produção: França & Inglaterra
Direção: Roman Polanski | Trilha sonora: Vangelis

Fervia a festa e o desejo em nós ainda camuflado tentava esgueirar-se e libertar-se do domínio daquele longo silêncio. Um olho curioso não muito longe, fazia de tudo para projetar seu brilho cada vez mais perto. Em mim queria se perder e procurava a mesma curiosidade nos meus que tudo viam e nada denunciavam.
O desejo, como erva daninha que cresce sem pedir licença, vai tomando tudo de maneira invasora que incomodava e ao mesmo tempo tinha um quê de beleza, tinha sim… A admiração explícita naqueles olhos oblíquos que espreitavam no silêncio tinham o dom de fazer-me parecer nua, percorriam meu corpo como se queimassem a pele, cada centímetro ia sendo devorado pelo fogo, como numa queimada floresta adentro, fora de controle, e eu imaginava o que os dedos, as mãos, os olhos, a pele na pele fariam quando ultrapassassem o tênue limite da imaginação. Desejo feito pólvora. Explosão.
Disfarces e máscaras sendo dispensadas à medida que as doses de vodka, sem controle, iam sendo deglutidas. Você falava. Minunciosamente lhe dissecava, sem ouvir sua voz, imaginava o gosto da sua boca. Gesticulando, você desenhava coisas no ar, enquanto eu criava a sensação do seu toque pesado e quente entre as minhas pernas. Doida de desejo que pulsa, parece gritar e precipita-se sem controle algum, fui extraindo o seu aos poucos até fazê-lo levar-me dali.
Primeira vez.
No seu olho, pousada estava, uma vontade louca de calar minha boca com a sua. Cobiça. Olho parado no meu, arregalado. Língua que lambe a minha de leve, quase tortura. Quase em minha bunda, sua mão é rude, grande, pesada, áspera. Molho. Me enrosco e feito sambambaia trepo em você. Minha cabeça roda, a pastilha rosa na parede do box toca minha boca enquanto seu corpo cobre o meu e me empurra. Corpos que brilham, deslizam, derretem, misturam-se e exalam um cheiro indecente.
Sexo, enfim… Vontade de parar o tempo.
Porque hoje é SEXta e estou com preguiça de escrever … but, de ‘fazer’ não estou nem um pouquinho (risos)!
[ dica do vídeo DAQUI ]
Acordei assim meio Anaïs Nin.
(…divagando…)
Talvez toda mulher mereça um Henry para rachar ao meio sua vida, expulsar de vez os seus (falsos) pudores ou, quem sabe, maximizar permanentemente sua vulnerabilidade.
Será??
Na dúvida, deixo vocês com ela.

“É o papel de Fred, inconscientemente, envenenar minha felicidade. Ele enfatiza as incongruências do amor de Henry. Eu não mereço um amor pela metade, diz ele. Mereço coisas extraordinárias. Mas o meio amor de Henry vale mais para mim do que todos os amores de mil homens.
Imaginei por um momento um mundo sem Henry. E jurei que no dia que perder Henry, eu matarei minha vulnerabilidade, minha capacidade para o verdadeiro amor, meus sentimentos, com a devassidão mais frenética. Depois de Henry não quero mais amor. Só foder, por um lado, e solidão e trabalho, por outro. Nada mais de mágoa.
Depois de não ver Henry por cinco dias por causa de mil obrigações, não pude suportar. Pedi a ele para se encontrar comigo durante uma hora entre dois compromissos. Conversamos por um momento, então fomos para um quarto do hotel mais próximo. Que necessidade profunda dele. Só quando estou em seus braços as coisas parecem direitas. Depois de uma hora com ele, pude continuar o meu dia, fazendo coisas que não quero fazer, vendo pessoas que não me interessam. Um quarto de hotel, para mim, tem a implicação de voluptuosidade, furtiva, fugaz. Talvez o fato de não ver Henry tenha aumentado a minha fome. Eu me masturbo frequentemente, com luxúria, sem remorso ou repugnância. Pela primeira vez eu sei o que é comer. Ganhei dois quilos. Fico desesperadamente faminta, e a comida que como me dá um prazer duradouro. Nunca comi desta maneira profunda e carnal. Só tenho três desejos agora: comer, dormir e foder. Os cabarés me excitam. Quero ouvir música rouca, ver rostos, roçar-me em corpos, beber um Benedictine ardente. Belas mulheres e homens atraentes provocam desejos em mim. Quero dançar. Quero drogas. Quero conhecer pessoas perversas, ser íntima delas. Nunca olho para rostos inocentes. Quero morder a vida e ser despedaçada por ela. Henry não me dá tudo isso. Eu despertei o seu amor. Maldito seja o seu amor. Ele sabe foder como ninguém, mas eu quero mais que isso.
Eu vou para o inferno, para o inferno, para o inferno.
Selvagem, selvagem, selvagem”.
(Anaïs Nin)
Alguém aí assistiu Henry e June?
















