O JARDINEIRO

Olhar para o alto e ver seus olhos, um misto de verde e mel, olhando para ela… aqueles cabelos rebeldes e a barba por fazer. Era assim que geralmente acontecia quando ainda de madrugada, enquanto regava as plantas, ele aparecia de surpresa fazendo cócegas na sua cintura nua. Imediatamente seus peitinhos se eriçavam e em sua … Continue lendo

FILATELIA

  Fazendo o tipo envergonhado, espirituoso, enigmático, Jorge repentinamente olhou sério nos olhos dela. Karina engoliu seco, ansiosa que estava, achou que mais uma vez ele ia dar alguma desculpa ao tocar seu rosto com aquelas mãos geladas. Mas ele a surpreendeu… Suas mãos em nada pareciam envergonhadas, se mostraram decididas e estavam, assim feito um … Continue lendo

CADERNETA

  Lia era economista, coordenadora do setor financeiro da nossa empresa, uma mulher madura, charmosa e muito discreta. Lembro de quando a vi pela primeira vez. Era meu segundo dia de trabalho e ela surgiu inesperadamente na minha sala procurando alguém. Desde aquele dia, Dra. Lia – eu deveria tratá-la assim, era seu estagiário – … Continue lendo

DOMÍNIO

  Certas ocasiões ela queria ser domada, subjugada, dominada… Não fazia parte de sua natureza ser assim, e no entanto imaginar aquele domínio temporário a excitava tremendamente. Pensar na resistência, na luta, no combate, e depois… na entrega. Ele a fez ajoelhar-se… Ela resisitia, o mordia, contorcia-se, esperneava, gritava, tentava livrar-se daquele domínio ao mesmo tempo … Continue lendo

A FESTA

Levantou-se bruscamente, cansada de fitar a luminosidade tênue daquele abajour, pensando em coisas que temporariamente deveria esquecer. Ligar e desligar. Imaginava se tudo agora não poderia adquirir esta simplicidade básica. Sophia abriu o armário e escolheu aquele vestido proibido num ato de pura rebeldia. Coisas de casamento; posse, regras, ciúmes, rotinas, pactos absurdos, proibições. Havia … Continue lendo

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